sábado, 4 de julho de 2015

O dia em que agredi a professora



Calma, calma, não precisa denunciar o post. Vou explicar pra vocês direitinho.
Minha classe sempre foi uma das mais bagunceiras da escola. Agora estou no oitavo ano do ensino fundamental mas desde o quarto ano mais ou menos, ela sempre manteve a maioria das pessoas. Entra gente, sai gente, mas todos sempre fomos muitos unidos. Tá, vamos parar de enrolação! Huehue! Como dizia ela sempre foi muito “arteira” e nesse tal dia não foi diferente. Meus amigos e eu temos uma mania de fica tacando coisas um no outro igual retardados. Sim, você leu direito, tacando coisas... vai de bolinhas de papel até cadernos, fichários, mochilas pesadas cheia de livros dentro.
Era uma aula de ciências cujo nome da professora não será revelado pois tenho amor a minha vida. O.k., vamos inventar um nome pra ela... Jumira (lindo!). A sala estava eufórica e, se me lembro bem, a Jumira estava dando visto em cadernos. Eu, como sou uma pessoa muito legal e quietinha dentro de sala, comecei a tacar uma garrafinha de água no meu amigo que sentava do meu lado. Do nada, igual uma opaca sem cérebro. Ele levantou para ir levar o caderno até a Jumira e nisso eu taquei a garrafinha   um pouquinho (só um pouquinho!) mais alto para acertar a cabeça dele (além de uma opaca sem cérebro é psicopata). Mas sou péssima de mira e a garrafinha foi até o outro lado da sala acertando a mesa da professora Jumira. faltando questão de centímetros para acertar ela (aí sim, eu estaria f*dida). Jumira quase teve um infarto. Levantou super assustada já gritando perguntando quem foi que fez aquilo. Uma coisa que aprendi nessa vida foi que se você fez alguma coisa deve assumir, sendo errada ou não. Na hora eu já levantei falando que fui eu. Ela já foi logo me levando pra fora e de lá dava para ouvir o povo da sala:
 -Nuuuu!
Por fora estava demostrando calmaria (pelo menos tentando) mas por dentro Não pensava em outra coisa além de uma palavra: F-O-D-E-U!
Ela me deixou num banquinho e foi chamar a diretora que tem cara de Felipe Smith (seu c*). Fiquei uns 2 minutos alí. Nisso já estava super calma com aquela cara de sonsa que adoro fazer quando estão me acusando. As duas vieram e vocês acreditam que a Felipe Smith nem olhou na minha cara? A Jumira estava com o dedão na minha cara e a outra estava cagando pra isso. Ela foi direto pra sala conversar com todo mundo. Muito desnecessária. Falou muita coisa que já estamos cansados de ouvir, por resto já avistava pessoas com a cabeça na mesa quase dormindo. Até que elas terminaram de falar (amém!) e olharam pra mim “P*orra, é agora que comerão o meu c*”, pensei. Mas não... quase 20 minutos lá, para olhar pra mim e falar:
- Que isso não se repita, peça desculpas a Jumira.
“Sério? Ta de brincaition com mi cara neh?”
E o pior é que elas ficaram achando que taquei a garrafinha na professora por querer. Povo inocente... se eu quisesse tacar alguma coisa em alguma professora não seria uma mísera garrafinha. Hahaha “soas”.  
Depois disso ainda sofri bullying. O.k., não foi bullying, foi uma “soas” de leves:
-Cuidado com a garrafinha, Liliam!!!


Então pessoas é isso, deixem nos comentários o que acharam e o que fariam no meu lugar. Beijão <3      O dia em que agredi a professora
Calma, calma, não precisa denunciar o post. Vou explicar pra vocês direitinho.
Minha classe sempre foi uma das mais bagunceiras da escola. Agora estou no oitavo ano do ensino fundamental mas desde o quarto ano mais ou menos, ela sempre manteve a maioria das pessoas. Entra gente, sai gente, mas todos sempre fomos muitos unidos. Tá, vamos parar de enrolação! Huehue! Como dizia ela sempre foi muito “arteira” e nesse tal dia não foi diferente. Meus amigos e eu temos uma mania de fica tacando coisas um no outro igual retardados. Sim, você leu direito, tacando coisas... vai de bolinhas de papel até cadernos, fichários, mochilas pesadas cheia de livros dentro.
Era uma aula de ciências cujo nome da professora não será revelado pois tenho amor a minha vida. O.k., vamos inventar um nome pra ela... Jumira (lindo!). A sala estava eufórica e, se me lembro bem, a Jumira estava dando visto em cadernos. Eu, como sou uma pessoa muito legal e quetinha dentro de sala, comecei a tacar uma garrafinha de água no meu amigo que sentava do meu lado. Do nada, igual uma opaca sem cérebro. Ele levantou para ir levar o caderno até a Jumira e nisso eu taquei a garrafinha um pouquinho (só um pouquinho!) mais alto para acertar a cabeça dele (além de uma opaca sem cérebro é psicopata). Mas sou péssima de mira e a garrafinha foi até o outro lado da sala acertando a mesa da professora Jumira. faltando questão de centímetros para acertar ela (aí sim, eu estaria f*dida). Jumira quase teve um infarto. Levantou super assustada já gritando perguntando quem foi que fez aquilo. Uma coisa que aprendi nessa vida foi que se você fez alguma coisa deve assumir, sendo errada ou não. Na hora eu já levantei falando que fui eu. Ela já foi logo me levando pra fora e de lá dava para ouvir o povo da sala:
 -Nuuuu!
Por fora estava demostrando calmaria (pelo menos tentando) mas por dentro Não pensava em outra coisa além de uma palavra: F-O-D-E-U!
Ela me deixou num banquinho e foi chamar a diretora que tem cara de Felipe Smith (seu c*). Fiquei uns 2 minutos alí. Nisso já estava super calma com aquela cara de sonsa que adoro fazer quando estão me acusando. As duas vieram e vocês acreditam que a Felipe Smith nem olhou na minha cara? A Jumira estava com o dedão na minha cara e a outra estava cagando pra isso. Ela foi direto pra sala conversar com todo mundo. Muito desnecessária. Falou muita coisa que já estamos cansados de ouvir, por resto já avistava pessoas com a cabeça na mesa quase dormindo. Até que elas terminaram de falar (amém!) e olharam pra mim “P*orra, é agora que comerão o meu c*”, pensei. Mas não... quase 20 minutos lá, para olhar pra mim e falar:
- Que isso não se repita, peça desculpas a Jumira.
“Sério? Ta de brincaition com mi cara neh?”
E o pior é que elas ficaram achando que taquei a garrafinha na professora por querer. Povo inocente... se eu quisesse tacar alguma coisa em alguma professora não seria uma mísera garrafinha. Hahaha “soas”.  
Depois disso ainda sofri bullying. O.k., não foi bullying, foi uma “soas” de leves:
-Cuidado com a garrafinha, Liliam!!!

Então pessoas é isso, deixem nos comentários o que acharam e o que fariam no meu lugar. Beijão <3
-Liliam
Instagram: livros_camera_acao
Page no Facebook: Livros, câmera e AÇÃO

Nenhum comentário:

Postar um comentário